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  Poemas inspirados nos artigos do Código de Defesa do Consumidor.  de lei
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR EM VERSOS - SEM REVERSO
Marco Aurelio Bicalho de Abreu Chagas
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  Livro de Poemas  de Poemas
cachoeira de Palavras
valmir cesar
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  Antologia dos meus textos escritos entre 2011 e 2013. Saiba e baixe mais em descemaisuma.blogspot.com\\r\\n
Desce Mais Uma! - Terceira Rodada
Rafael Castellar das Neves
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  O navio negreiro é um poema de Castro Alves e um dos mais conhecidos da literatura brasileira. O poema descreve com imagens e expressões terríveis a situação
O Navio Negreiro
Castro Alves
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  Poetas evangélicos de ontem e de hoje escrevem sobre o Natal de Jesus...  poesia do natal.
A Poesia do Natal - Antologia de Poemas Natalinos
Vários autores
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  111 sonetos dedicados à ilha da Madeira, arquipélago atlântico de Portugal.
ILHA-FLOR Sonetos ao Arquipélago da Madeira
Luís Cordeiro
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  Poemas de Amor, Aniversários, Desenvolvimento Pessoal, Ser, Vida, entre outros.  de poemário
O Encontro
Pedro Ferrinho
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  Um legado foi me passado. Não sabia muito bem o significado, mais sabia que era meu e que algo sobrenatural iria acontecer. Deus sempre tem um proposito para tudo e para todos.
Cartas para Deus
Neto Gomes
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  "Durante dois anos, os professores Xacriabá em formação, no Programa de Implantação das Escolas Indígenas de Minas Gerais, realizaram uma pesquisa, nas escrita de três tipos de texto: — Narrativas, em verso, de acontecimentos e fatos importantes n
O tempo passa e a história fica
Professores Xacriabá
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  Poesia Narrativa. Raul Sangreman Proença (Caldas da Rainha, 10 de Maio de 1884 — Porto, 20 de Maio de 1941), mais conhecido por Raul Proença, foi um escritor
Os sinos
Raul Proença
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  Em forma de versos, Artur Azevedo escreve "O Sá", um poema bem interessante que conta a história de Sá, homem que outrora havia sido boêmio, nunca
O Sá
Artur Azevedo
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Conhecido como “poeta dos escravos”, Castro Alves foi do Romantismo Brasileiro. Defensor da causa abolicionista e da igualdade entre os homens, morreu precocemente, deixando. Entre outros, “O navio negreiro”, considerados por muitos o mais belo poema da língua portuguesa
O navio negreiro
C.Alves
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Livro de poesia lírica, em verso e prosa, que sintetiza e cruza patrimónios poéticos, míticos e religiosos de origens diversas numa linguagem densa, também ela sincrética, intercalada com a linguagem visual das ciber-imagens que se colocam entre os poemas.
O ressurecto intermitente
Francisco Soares
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  "Arco-íris fala, em poemas livres, do posicionamento pessoal do autor com este mundo de matéria, seus atrativos e seus limites temporais, e uma dimensão  de boa literatura
Arco-íris
João Batista Dos Santos Abreu
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  Poesia cómica. Coleção de Edições Originais 1868.  Recitada, com applauso, pelo actor  Valle do theatro do gymnasio, de lisboa, no theatro Baquet, do porto, na noite de 23 d´agosto de 1887.
Que jovem Telemaco
Alberto Pimentel
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  "Só para começar" é o meu primeiro livro que esta recheado de sonhos, nele expresso a minha relação com a poesia e o quanto me sinto feliz quando e Meus poemas, minha fortaleza.
Só para começar
Laryssa França
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  Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus - 2005 ...Sempre trazendo
Antogía Poética I
Valdeck Almeida de Jesus
favoritar200524
Tornar o mundo mais poético. Missão dos apaixonados pela literatura clássica que envolve os mais distintos sentimentos. O agora é a hora de invadir um mundo repleto de palavras sequenciadas a fim de entretê-lo e mais: Envolver-te nos fascínios das rimas e da cultura bem arquitetada. Deleite-se.
Antologia poética
Laercio Morais
favoritar200525
Fixei aquilo tudo em moldes de realidade. Graduei as influências, conheci as amizades, ouvi, dentro de mim, as discussões e as divergências de critérios,e em tudo isto me parece que fui eu, criador de tudo, o menos que ali houve. Parece que tudo se passou independentemente de mim. E parece que assim ainda se passa. Se algum dia eu puder publicar a discussão estética entre Ricardo Reis e Álvaro de Campos, verá como eles são diferentes, e como eu não sou nada na matéria. Fernando Pessoa, Correspondência (1923-1935).

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Poemas de Alvaro de Campos
Fernando Pessoa
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Fecharam-se os portões do céu e ficámos, de asas estranguladas, deste lado da cerca.

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Deste lado da cerca
Rui Silva..
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Carícias Salazes.
Sentindo nossas vestes caídas,
Pelas asas do mel debulhante,
Decoras o meu corpo transpirante.
O brilho da lua ás nossas faces.
Confessas surges apaixonada,
Olhos fechados, beijos calorosos,
Carinho de uma flor dedilhante.
Pelo vento magoado da manhã.
Alegre e delicada nos lábios,
Atentas, meus lábios, mordicando-os,
Empolga minha alma cansada.
Pela força do seu espírito,
Aforando o meu corpo de afazeres.
Amor em Alma
Ednaldo Florentino Santos
favoritar201617
Poesia, Amor E Duas Taças De Vinho, livro para todas idades, poesia cotidiana do sentimento Amar. Prove da poesia, e se entorpeça de amor...

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Poesia, Amor E Duas Taças De Vinho
Brunno Carvalho
favoritar200986
Passaram-se mais de cinqüenta anos desde que escrevi meus primeiros versos. Agora, aos sessenta e quatro anos de idade, resolvi juntá-los num livro.Dividido em duas partes, Melões agrega os poemas mais recentes, escritos após 2011, já Abóboras remonta à minha adolescência e juventude.

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Melões & abóboras, em versos
DOri Vergalhão
favoritar200987
Na ampulheta das marés, areias febris marcam as horas de um tempo que jà  não me pertenece. Meu corpo contri-se, por dentro da sombra que se dilui nos degraus de mármore de um penoso ritual. Com o lápis de sangue de um exílio de cinzas, desenho um sorriso fingido, em cada uma das estranhas faces da minha identidade falsa,deixando no bojo da calçada o rasto turvo da sonâmbula metamorfose dos sentidos.

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O outro eu
Runa
favoritar202619
Um dia, quando eu me sentei diante de mim mesmo
Percebi que as vítimas da noite me acompanhavam.
Eu não era solidário a elas...
... era solitário com elas.
Então parei, mandei repetir a música e comecei a pensar:
Quem eram as vítimas da noite?
Quem se escondia na escuridão das luzes abafadas...
Vítimas da noite
L P Baçan
favoritar202620
No árido deserto da ausência de Deus, a alma de quem teve durante anos uma ideia distorcida da divindade anseia, clama, critica e suplica pelo reencontro com a fonte da vida.
Experiências da Alma
Abilio Arruda
favoritar202621
"João de Figueiredo Maio e Lima, author da Ode epodica que sob a epigraphe—Testamento poetico-anachreontico—publicou em 1838 no Ramalhete, jornal dinstrucção e recreio, nasceu, no Alemtejo, na villa das Galvêas, em 10 de Fevereiro de 1779, sendo seus paes Bernardo de Figueiredo Maio e Lima e D. Joanna Michaéla de Bastos.

Destinado á vida ecclesiastica e já professo na ordem de Aviz, cursava em 1808 os estudos universitarios de Coimbra, quando as hostes napoleonicas irromperam em Portugal."
Testamento Poetico-Anachreontico
João de Figueiredo Maio e Lima
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Ernesto Silvino Dias Gomes de Castro Pires (Porto, 31 de julho de 1857 — Porto, 2 de dezembro de 1884) foi um poeta e escritor português.
Descendente de uma família nobre da casa de Fundo de Vila, província de Trás-os-Montes, estudou no colégio da Boa Vista, onde aprendeu francês e princípios de matemática. Ernesto Pires, como ficou conhecido, redigiu de 1879 a 1880 o Cancioneiro portuguez, juntamente com o Leite de Vasconcelos.

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Camões e o amor
Ernesto Pires
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Volume póstumo que reúne poesias ainda inéditas de Antero de Quental, coligidas e prefaciadas por Teófilo Braga, compostas entre 1859 e 1863, revelando a influência de Lamartine. A obra inclui a famosa "Carta autobiográfica dirigida ao Professor Wilhelm Storck", o tradutor alemão dos Sonetos Completos, datada de 14 de maio 1887, na qual Antero fornece "informações biográficas e bibliográficas" sobre a sua vida e a sua obra, apontando os modelos literários e ideológicos que contribuíram para a formação da sua idiossincrasia e analisando episódios pessoais que coincidem com momentos cruciais da vida cultural e literária portuguesa, como a Questão Coimbrã, "o ponto de partida da atual evolução da literatura portuguesa", uma fase de "fermentação intelectual, confusa, de...
Raios de extincta luz
Antero de Quental
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Antero Tarquínio de Quental (Ponta Delgada, 18 de abril de 1842 — Ponta Delgada, 11 de setembro de 1891) foi um escritor e poeta de Portugal que teve um papel importante no movimento da Geração de 70. Antero atinge um maior grau de elaboração em seus sonetos, considerados por muitos críticos uns dos melhores da língua e comparados aos de Camões e aos de Bocage. Há, na verdade, alguns pontos de contato estilísticos e temáticos entre esses três poetas: os sonetos de Antero têm inegável sabor clássico, quer na adjetivação e na musicalidade equilibrada, quer na análise de questões universais que afligem o homem
Os sonetos completos
Antero de Quental
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Coleção de Edições Originais. Porto: Na Offic. de António Alvarez Ribeiro Anno de 1796.
Poesias
Theotonío Joze Xavier da Cunha
favoritar202578
"Este livro documenta não apenas prosas e poesias de dois anônimos, mas reflete de certa maneira os altos e baixos emocionais que ocorrem num período de tempo de apenas três anos para duas pessoas que ousaram procurar num mundo injusto a sensação única da satisfação, seja por meio do amor, da amizade ou da filosofia. Apesar da evidente diferença na construção textual dos dois escritores, do início ao fim do livro se apresenta uma similaridade de Quintino e Leopold: a instabilidade, fundamental para a criação de variados e intrigantes temas. A importância deste livro não se resume a tais textos interessantes, mas também por expor de maneira crua a fragilidade de duas pessoas e logo de seres humanos e nós mesmos, os leitores."
Dias Vividos Poemas e Prosas Reunidos: Correspondências en ...
Desconhecido
favoritar202483
"Poesias no remanso de composições que adicionam ingredientes e gêneros musicais peculiares, bem como, encerram um coração dilacerado. São anjos trilhando um caminho em brasas.

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Cavacos do Ofício Sapiens
Daniel Brasil
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"O autor reproduzirá esta lira as vezes que se torne necessário, não para que seja pública, mas para que chegue às mãos daqueles que têm o sonho como ferramenta de futuro e a utopia como objectivo de vida e de auto-realização."

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Sintonias
Abdul Cadre
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"Os grandes acontecimentos medem-se nas manchetes dos jornais, que os poetas não escrevem.
Aliás, os poetas não escrevem!
Divididos que estão entre oficiantes da hora e vagabundos do sonho...
De qualquer forma, fazer versos é um grande pecado quando há tanta coisa que nos mandam fazer."

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Panfleto do Nojo
Abdul Cadre
favoritar202569
Abdul Cadre é o pseudónimo* que um escritor português, poeta e prosador, adotou em suas «deambulações nos cacimbos africanos».
 Seu poema Na Morte de Benjamim Moloise é um dos mais corajosos protestos contra a repressão geral contra o negro africano. Abdul Cadre dispõe da palavra certa para sacudir o mundo de seu marasmo político em que vivem os artistas. A força de seu sagrado ódio consegue despertar consciências dormidas, por tolerâncias tradicionais que já não podemos mais tolerar!

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Na Morte de Benjamim Moloise e Outras Elegias
Abdul Cadre
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Livro de bela poesia, inspirada no continente africano, do mesmo autor de "Panfleto do Nojo".

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Matope
Abdul Cadre
favoritar202571
Livro de bela poesia, do mesmo autor de "Panfleto do Nojo".

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Acima do Dó Central
Abdul Cadre
favoritar202466
Coleção de Edições Originais. Coimbra 1787.
Poesias
Francisco Gomes da Silveira Malhão
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Rainer Maria Rilke, por vezes também Rainer Maria von Rilke (Praga, 4 de dezembro de 1875 — Valmont, Suíça, 29 de dezembro de 1926) foi um poeta de língua alemã do século XX. Escreveu também poemas em francês.
Poemas
Rainer Maria Rilke
favoritar230505
Em TODOS OS POEMAS SÃO DE AMOR, o autor demonstra que as coisas mais simples da vida e a consciência da mortalidade são as maiores dádivas da vida. São os momentos simples, que não têm importância, que mais contam a nossa história e que mais têm significados no final da vida.
TODOS OS POEMAS SÃO DE AMOR
[email protected]
favoritar229320
Resolvi resgatar todas as poesias que produzi no período de minha juventude, entre 16 e 20 anos. Uma pequena parte delas foi publicada, em 1954, no meu primeiro livro Os Brinquedos, que mereceu elogios de intelectuais da época.\r\nEntão, indaguei-me: por que deixar no anonimato aquelas poesias da época que, por motivos financeiros, não puderam ser publicadas no meu primeiro livro?\r\nFoi uma fase de poesias românticas, sensuais, algumas de preocupações\r\nsociais, místicas e filosóficas, compatíveis com aquela fase de formação da minha personalidade. Orgulho-me delas, porque representam a minha iniciação na vida literária e me fazem recordar inesquecíveis momentos da minha juventude.
Poemas de minha juventude 1950 -1954
Valter da Rosa Borges
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a Ilíada, Homero conta como a cidade de Tróia foi sitiada pelos aqueus, que desejavam recuperar Helena, esposa do rei espartano, Menelau, e raptada por Páris. No poema, Homero fornece várias pistas sobre a posição da planície de Tróia e no século I, o escritor grego Estrabão ampliou a descrição desta planície, que na época se chamava Nova Ilium. Esta obra é considerada a Bíblia da antiga Grécia, uma obra-prima. Os combates travados diante de Tróia, provocados pela ira de Aquiles por Agamenon, e as relações familiares atingidas pela guerra compõem um cenário vivo em cores e real nos sentimentos. O autor é representado pelos artistas gregos como um velho cego, que anda de cidade em cidade recitando seus versos
Ilíada
H.
favoritar228480
O Corvo – Desaparecido precocemente aos 40 anos, Edgar Allan Poe já ultrapassou dois séculos de seu nascimento em posição privilegiada, responsável não somente por influenciar alguns dos escritores decisivos das décadas seguintes, bem como por estabelecer com propriedade caminhos novos e férteis para a literatura ocidental do então século XIX. Esta edição reúne o seu poema mais famoso, “O corvo”, em sua versão original, junto com as clássicas traduções de Machado de Assis e Fernando Pessoa, e uma análise de Poe feita por Charles Baudelaire, seu tradutor e um dos principais divulgadores de sua obra na Europa, acompanhadas das ilustrações de Édouard Manet.
O Corvo
Edgar A
favoritar227382
Antologia de poesía portuguesa seleccionada por Santiago Aguaded
Antología Poesía
Santiago A.
favoritar228280
O que não falamos sobre o amor, a amizade, o ódio, a traição e tantas coisas mais? Esse livro fala tudo que esquecemos, tudo que não queremos dizer. Uma experiência de subjetividade sobre os dilemas da vida, que não responde, não soluciona, apenas sugere vagamente uma direção, cabe ao leitor solucionar o conflito que e lançado em cada poema. Um livro para ser lido com um olhar de devaneio em um dia de desencontro, a quatro mãos.
Sobre Todas As Coisas Que Esquecemos De Falar
Michael A
favoritar142146
Lira dissonante analisa as características e funções do grotesco na poesia lírica de Bernardo Guimarães e Cruz e Sousa. O grotesco se manifesta na obra de ambos sob forma de imagens estranhas e inesperadas que sugerem um universo lírico extravagante e
Lira dissonante: considerações sobre aspectos do grotesco ...
Santos, Fabiano Rodrigo da Silva
favoritar142147
É a partir de uma perspectiva de -dupla revisão- que Vozes femininas da poesia latino-americana: Cecília e as poetisas uruguaias ressalta um outro perfil da escritora brasileira Cecília Meireles: a de grande estudiosa e conhecedora da produção de auto
Vozes femininas da poesia latino-americana: Cecília e as p ...
Silva, Jacicarla Souza da